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9 de dezembro de 2010

Segunda escultura...

Desta vez fiz uma escultura mais fofita. Um rapazito que estava a brincar na neve e encontra uma criatura simpática que lhe estica a mão para o cumprimentar. E deu-me uma trabalheira enorme!!! A escultura é muito pequena, mais pequena que uma mão minha (e não são muito grandes), o barro ou pasta de moldar (ou lá o que era aquela porcaria) parecia farinha, estava sempre a desfazer-se e, para pintar, usei umas tintas que cá tinha por casa. Umas tintas de parede e uns acrílicos com alguns anos de idade muito semelhantes à vossa pasta de dentes.

Para compensar esses inconvenientes, pus um candeeiro de rua (que é uma palhinha) a integrar a cena para lhe dar o ar de sua graça. É um circuito simples de um led ligado a um interruptor e umas pilhas.

Gosto bastante desta imagem. Parece uma cena de um filme da Pixar.

9 de agosto de 2010

Primeira tentativa na escultura

Há uns tempos experimentei fazer uma escultura. Sempre gostei bastante destas coisas mas nunca as explorei convenientemente. Já quando era criança brincava muito com as plasticinas mas nunca passou disso. Vai daí que no outro dia fui ao CCB e, numa papelaria de lá, comprei uma dose de pasta de moldar, aquela massa branca muito parecida com o barro. No ínicio a minha ideia era moldar um zombie, mas rapidamente o bicho começou a tomar proporções esquisitas que não se adequavam à anatomia do corpo humano. A solução foi então fazer algo resultante do acasalamento entre um zombie e um alien... Assim ninguém se podia queixar da cabeça desproporcional ou dos inchaços nas mãos e pulsos. No final não ficou assim tão mau e a experiência valeu a pena... E sim eu sei, o meu estúdio improvisado com folhas de papel de desenho está muito cómico...